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2024 - Atual

BIODIVERSIDADE DO SOLO PARA O AUMENTO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA E FLORESTAL SUSTENTÁVEL

Descrição: O grande desafio da humanidade é continuar suprindo as necessidades da população crescente e das gerações futuras em um cenário no qual os recursos naturais são finitos. Primar pela conservação e manejo da biodiversidade é o primeiro passo para subsidiar tomadas de decisões, relacionadas a sustentabilidade dos ecossistemas naturais e agrícolas, utilizados pela humanidade. Neste contexto, é de fundamental importância compreender e incrementar a contribuição dos processos biológicos que ocorrem no solo para a produção agrícola e qualidade ambiental. Estes processos são influenciados pela complexidade, heterogeneidade, dinâmica e interação com os diversos fatores físicoquímicos do sistema edáfico, justificando o estudo dos organismos do solo num contexto integrado, visando a conservação do meio ambiente e o uso dos mesmos em processos biotecnológicos para incrementar a produçãoagrícola e florestal. Desta forma, essa proposta tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade e manejo de importantes grupos funcionais de organismos do solo e suas inter-relações com a vegetação e atributos edáficos em áreas de Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga no estado de MG. Serão realizados levantamentos pedológicos, avaliação dos padrões de diversidade e estrutura da vegetação desses biomas, avaliação de microbiomas, biodiversidade de grupos funcionais de organismos de solo, indicadores microbiológicos de qualidade e testes demonstrativos da eficiência de estirpes de microrganismos promotores de crescimento vegetal , já selecionados pelo nosso grupo, em áreas de agricultores, além da difusão dos resultados positivos encontrados para outros agricultores. Também serão desenvolvidos testes de biorreatores para produção de inoculantes on farm. Assim, esta rede continuará contribuindo para a sustentabilidade agrícola, conservação dos ecossistemas e popularização da ciência em Minas Gerais.

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Integrante / Fatima Maria de Souza Moreira - Coordenador.

Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - Auxílio financeiro.

Projetos

Projetos de Pesquisa

2024 - Atual

BIODIVERSIDADE DO SOLO PARA O AUMENTO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA E FLORESTAL SUSTENTÁVEL

Descrição: O grande desafio da humanidade é continuar suprindo as necessidades da população crescente e das gerações futuras em um cenário no qual os recursos naturais são finitos. Primar pela conservação e manejo da biodiversidade é o primeiro passo para subsidiar tomadas de decisões, relacionadas a sustentabilidade dos ecossistemas naturais e agrícolas, utilizados pela humanidade. Neste contexto, é de fundamental importância compreender e incrementar a contribuição dos processos biológicos que ocorrem no solo para a produção agrícola e qualidade ambiental. Estes processos são influenciados pela complexidade, heterogeneidade, dinâmica e interação com os diversos fatores físicoquímicos do sistema edáfico, justificando o estudo dos organismos do solo num contexto integrado, visando a conservação do meio ambiente e o uso dos mesmos em processos biotecnológicos para incrementar a produçãoagrícola e florestal. Desta forma, essa proposta tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade e manejo de importantes grupos funcionais de organismos do solo e suas inter-relações com a vegetação e atributos edáficos em áreas de Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga no estado de MG. Serão realizados levantamentos pedológicos, avaliação dos padrões de diversidade e estrutura da vegetação desses biomas, avaliação de microbiomas, biodiversidade de grupos funcionais de organismos de solo, indicadores microbiológicos de qualidade e testes demonstrativos da eficiência de estirpes de microrganismos promotores de crescimento vegetal , já selecionados pelo nosso grupo, em áreas de agricultores, além da difusão dos resultados positivos encontrados para outros agricultores. Também serão desenvolvidos testes de biorreatores para produção de inoculantes on farm. Assim, esta rede continuará contribuindo para a sustentabilidade agrícola, conservação dos ecossistemas e popularização da ciência em Minas Gerais.

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Integrante / Fatima Maria de Souza Moreira - Coordenador.

Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - Auxílio financeiro.

2024 - Atual

Pesquisas Ecológicas e Vulnerabilidade Ambiental de Litorrefúgios associados ao Karst[NS1] frente às Mudanças Climáticas

Descrição: O projeto Pesquisas Ecossistêmicas e Ambientais do Karst (PEAK) trata-se de uma proposta de monitoramento ambiental com desenvolvimento e integração de pesquisas sobre região cárstica do Brasil Central, visando compreender como as variações do regime hidrológico e temperatura afetam os ecossistemas florestais e a fauna cavernícola associados ao sistema cárstico. O rebaixamento do freático regional e a seca do Rio Peruaçu levantam questionamentos acerca dos impactos da seca hidrológica sobre os ecossistemas associados ao carste, bem como sobre a relação dessas oscilações climáticas como os padrões naturais de variação do climático. O PEAK visa gerar uma rede multidisciplinar de pesquisas voltada ao estudo dos impactos ambientais relacionados às mudanças climáticas sobre osecossistemas do Carste do Rio Peruaçu. A área de estudo compreende a Unidade de Conservação do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu e adjacências, localizada ao norte de Minas Gerais. As instituições que integram este projeto são: UFLA, USP, UNIMONTES, UFSCAR, IFNMG e INPE. A hipótese é de que as condições mais secas registradas desde meados dos anos 1990 e o aumento de temperatura acumulado desde os anos 1970 têm reflexos sobre os ecossistemas florestais associados ao carste, levando à diminuição da taxa de crescimento das árvores, bem como aumento da mortalidade de indivíduos, tanto nos ambientes superficiais quanto em drenagens subterrâneas. O estudo fundamenta-sena produção de dados organizando em quatro Eixos Temáticos: I) grupo de Estudos em Geoespeleologia e Mudanças Climáticas; II) Grupo de Estudos em Ecologia Florestal; III) Grupo de Estudos em Bioespeleologia; IV) Grupo de Divulgação Científica. Os dados coletados serão utilizados para avaliar a vulnerabilidade dos ecossistemas associados ao carste da região e os possíveis efeitos relacionados à forçante antrópica sobre as mudanças hidrológicas na transição dos Biomas Cerrado e Caatinga.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Coordenador / Hamilton dos Reis Sales - Integrante / Ana Carolina Maioli Campos Barbosa - Integrante / Mário M. D. Espírito Santo - Integrante / Francisco William da Cruz Junior - Integrante / Gilvan Sampaio de Oliveira - Integrante / Maria Elina Bichuette - Integrante / Nicolás Misailidis Stríkis - Integrante / Jonas Eduardo Gallão - Integrante / Karla Nunes de Oliveira - Integrante.

2024 - Atual

Pesquisas Ecológicas e Vulnerabilidade Ambiental de Litorrefúgios associados ao Karst[NS1] frente às Mudanças Climáticas

Descrição: O projeto Pesquisas Ecossistêmicas e Ambientais do Karst (PEAK) trata-se de uma proposta de monitoramento ambiental com desenvolvimento e integração de pesquisas sobre região cárstica do Brasil Central, visando compreender como as variações do regime hidrológico e temperatura afetam os ecossistemas florestais e a fauna cavernícola associados ao sistema cárstico. O rebaixamento do freático regional e a seca do Rio Peruaçu levantam questionamentos acerca dos impactos da seca hidrológica sobre os ecossistemas associados ao carste, bem como sobre a relação dessas oscilações climáticas como os padrões naturais de variação do climático. O PEAK visa gerar uma rede multidisciplinar de pesquisas voltada ao estudo dos impactos ambientais relacionados às mudanças climáticas sobre osecossistemas do Carste do Rio Peruaçu. A área de estudo compreende a Unidade de Conservação do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu e adjacências, localizada ao norte de Minas Gerais. As instituições que integram este projeto são: UFLA, USP, UNIMONTES, UFSCAR, IFNMG e INPE. A hipótese é de que as condições mais secas registradas desde meados dos anos 1990 e o aumento de temperatura acumulado desde os anos 1970 têm reflexos sobre os ecossistemas florestais associados ao carste, levando à diminuição da taxa de crescimento das árvores, bem como aumento da mortalidade de indivíduos, tanto nos ambientes superficiais quanto em drenagens subterrâneas. O estudo fundamenta-sena produção de dados organizando em quatro Eixos Temáticos: I) grupo de Estudos em Geoespeleologia e Mudanças Climáticas; II) Grupo de Estudos em Ecologia Florestal; III) Grupo de Estudos em Bioespeleologia; IV) Grupo de Divulgação Científica. Os dados coletados serão utilizados para avaliar a vulnerabilidade dos ecossistemas associados ao carste da região e os possíveis efeitos relacionados à forçante antrópica sobre as mudanças hidrológicas na transição dos Biomas Cerrado e Caatinga.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Coordenador / Hamilton dos Reis Sales - Integrante / Ana Carolina Maioli Campos Barbosa - Integrante / Mário M. D. Espírito Santo - Integrante / Francisco William da Cruz Junior - Integrante / Gilvan Sampaio de Oliveira - Integrante / Maria Elina Bichuette - Integrante / Nicolás Misailidis Stríkis - Integrante / Jonas Eduardo Gallão - Integrante / Karla Nunes de Oliveira - Integrante.

2023 - Atual

Instituto de Ciência e Tecnologia Biodiversidade do Solo

Descrição: O grande desafio da humanidade é suprir as necessidades de sua população crescente e das gerações futuras e paralelamente reduzir a pressão antrópica sobre o meio ambiente. Assim, torna-se necessário investir em ações que contribuam para o uso sustentável dos recursos naturais. Conhecer a biodiversidade do solo (BS), diretamente envolvida em pelo menos oito dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, seu potencial biotecnológico e suas respostas às atividades humanas é um importante passo para subsidiar tomadas de decisões que levem ao manejo sustentável dos ecossistemas naturais e agrícolas. Neste contexto, é fundamental compreender e intensificar a contribuição dos processos biológicos para a produção agrícola e qualidade ambiental. A BS e seus processos são influenciados pela complexidade, heterogeneidade, dinâmica e interação dos diversos fatores físicos, químicos e biológicos do solo, o que demanda a combinação e integração de diferentes disciplinas para seu estudo. A rede de pesquisadores do grupo de Pesquisa BiosBrasil, que submete essa proposta, atua desde 2002 em projetos em rede (multinacionais, multidisciplinares e multiinstitucionais) que foram financiados pelo GEF/UNEP, Vale/Fapemig e Fapemig, assim como CNPq, Capes e outros (e.g. comunidade europeia). O grupo tem forte interação com outras instituições no país e no exterior, além de empresas, o que, juntamente com a qualificação de seus pesquisadores, torna o BIOSBRASIL uma das maiores e mais consolidadas redes de pesquisa brasileiras no estudo da BS. A aprovação de recursos para este INCT contribuirá para a consolidação internacional do Brasil em suas ações para o conhecimento da nossa biodiversidade, proverá subsídios para políticas públicas de conservação de ecossistemas, fortalecerá o processo de desenvolvimento de produtos biotecnológicos visando ao aumento sustentável da produção vegetal e ampliará a formação de recursos humanos e a popularização da ciência em âmbito nacional e internacional.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Integrante / Fatima Maria de Souza Moreira - Coordenador.

2023 - Atual

Instituto de Ciência e Tecnologia Biodiversidade do Solo

Descrição: O grande desafio da humanidade é suprir as necessidades de sua população crescente e das gerações futuras e paralelamente reduzir a pressão antrópica sobre o meio ambiente. Assim, torna-se necessário investir em ações que contribuam para o uso sustentável dos recursos naturais. Conhecer a biodiversidade do solo (BS), diretamente envolvida em pelo menos oito dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, seu potencial biotecnológico e suas respostas às atividades humanas é um importante passo para subsidiar tomadas de decisões que levem ao manejo sustentável dos ecossistemas naturais e agrícolas. Neste contexto, é fundamental compreender e intensificar a contribuição dos processos biológicos para a produção agrícola e qualidade ambiental. A BS e seus processos são influenciados pela complexidade, heterogeneidade, dinâmica e interação dos diversos fatores físicos, químicos e biológicos do solo, o que demanda a combinação e integração de diferentes disciplinas para seu estudo. A rede de pesquisadores do grupo de Pesquisa BiosBrasil, que submete essa proposta, atua desde 2002 em projetos em rede (multinacionais, multidisciplinares e multiinstitucionais) que foram financiados pelo GEF/UNEP, Vale/Fapemig e Fapemig, assim como CNPq, Capes e outros (e.g. comunidade europeia). O grupo tem forte interação com outras instituições no país e no exterior, além de empresas, o que, juntamente com a qualificação de seus pesquisadores, torna o BIOSBRASIL uma das maiores e mais consolidadas redes de pesquisa brasileiras no estudo da BS. A aprovação de recursos para este INCT contribuirá para a consolidação internacional do Brasil em suas ações para o conhecimento da nossa biodiversidade, proverá subsídios para políticas públicas de conservação de ecossistemas, fortalecerá o processo de desenvolvimento de produtos biotecnológicos visando ao aumento sustentável da produção vegetal e ampliará a formação de recursos humanos e a popularização da ciência em âmbito nacional e internacional.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Integrante / Fatima Maria de Souza Moreira - Coordenador.

2023 - Atual

Ciclos biogeoquímicos e mudanças climáticas: o caso do N e C em florestas de montanhas

Descrição: O nitrogênio é um dos nutrientes mais importantes para as plantas crescerem e se multiplicarem na terra. O carbono, assim como o nitrogênio, é essencial para as plantas, pois precisam dele, que existe na atmosfera, para fazerem a fotossíntese e produzir seu próprio alimento. Estes dois importantes elementos são cruciais para o funcionamento dos sistemas florestais, assim como os sistemas agrícolas, na produção de alimentos através de várias espécies de plantas que o ser humano cultiva para nossa alimentação. As mudanças climáticas que se resumem no atual aquecimento do planeta em consequência das atividades humanas como queima de combustíveis fósseis e atividades industriais estão alterando a forma das plantas funcionarem, seja em ecossistemas florestais ou agrícolas. As atividades humanas, além de estar alterando o clima, possuem um impacto significativo no ciclo do nitrogênio no uso de fertilizantes na agricultura, por exemplo. Isto traz um aceleramento no crescimento e produtividade dos sistemas vegetais e traz algumas consequências, boas e ruins para nossa sociedade. Para compreender o ainda incerto caminho destes elementos nos ecossistemas naturais e a forma e em quais condições a planta captam e utilizam estes recursos, precisamos estudar os processos biogeoquímicos entre os organismos vivos e o meio ambiente, inclusive para melhorar a qualidade dos alimentos que chegam à nossa mesa conciliando com o desenvolvimento sustentável. As florestas tropicais nebulares são florestas interessantes onde estes processos podem ser estudados, por serem sensíveis às mudanças climáticas e possuem uma variação climática natural (uma altitude gradual) para observar como os ciclos destes nutrientes variam conforme as condições ambientais como temperatura e as características dos solos e plantas. Esperamos com este trabalho ajudar a conciliar o uso dos recursos florestais e seus serviços, assim como a produção agrícola, na utilização sustentável destes ecossistemas naturais ou antrópicos.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Coordenador / Marinês Ferreira Pires Lira - Integrante / Camila Lais Farrapo - Integrante / THIAGO ALVES MAGALHAES - Integrante. Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - Auxílio financeiro.

2023 - Atual

Ciclos biogeoquímicos e mudanças climáticas: o caso do N e C em florestas de montanhas

Descrição: O nitrogênio é um dos nutrientes mais importantes para as plantas crescerem e se multiplicarem na terra. O carbono, assim como o nitrogênio, é essencial para as plantas, pois precisam dele, que existe na atmosfera, para fazerem a fotossíntese e produzir seu próprio alimento. Estes dois importantes elementos são cruciais para o funcionamento dos sistemas florestais, assim como os sistemas agrícolas, na produção de alimentos através de várias espécies de plantas que o ser humano cultiva para nossa alimentação. As mudanças climáticas que se resumem no atual aquecimento do planeta em consequência das atividades humanas como queima de combustíveis fósseis e atividades industriais estão alterando a forma das plantas funcionarem, seja em ecossistemas florestais ou agrícolas. As atividades humanas, além de estar alterando o clima, possuem um impacto significativo no ciclo do nitrogênio no uso de fertilizantes na agricultura, por exemplo. Isto traz um aceleramento no crescimento e produtividade dos sistemas vegetais e traz algumas consequências, boas e ruins para nossa sociedade. Para compreender o ainda incerto caminho destes elementos nos ecossistemas naturais e a forma e em quais condições a planta captam e utilizam estes recursos, precisamos estudar os processos biogeoquímicos entre os organismos vivos e o meio ambiente, inclusive para melhorar a qualidade dos alimentos que chegam à nossa mesa conciliando com o desenvolvimento sustentável. As florestas tropicais nebulares são florestas interessantes onde estes processos podem ser estudados, por serem sensíveis às mudanças climáticas e possuem uma variação climática natural (uma altitude gradual) para observar como os ciclos destes nutrientes variam conforme as condições ambientais como temperatura e as características dos solos e plantas. Esperamos com este trabalho ajudar a conciliar o uso dos recursos florestais e seus serviços, assim como a produção agrícola, na utilização sustentável destes ecossistemas naturais ou antrópicos.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Coordenador / Marinês Ferreira Pires Lira - Integrante / Camila Lais Farrapo - Integrante / THIAGO ALVES MAGALHAES - Integrante. Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - Auxílio financeiro.

2023 - Atual

Relações hídricas e os ciclos biogeoquímicos: entendendo processos ecológicos em um mundo em transformação

Descrição: A sociedade se encontra a beira de um colapso ambiental, estando próximo à falência dos sistemas ecológicos na prestação de serviços ecossistêmicos. Os efeitos das mudanças climáticas, já perceptíveis nas gerações atuais, colocam em risco a manutenção da biodiversidade global e, consequentemente, a sobrevivência das gerações futuras. Neste contexto, as florestas tropicais são importantes tanto por contribuir com a elevada diversidade de espécies, quanto proporcionando funções e serviços ecossistêmicos, tais como a regulação do clima e a qualidade dos recursos hídricos. Os ciclos biogeoquímicos, importantes serviços ecossistêmicos prestados por essas florestas, vêm sofrendo influência das mudanças climáticas e, consequentemente, alterando o funcionamento dos sistemas ecológicos. Nossa hipótese é que, de acordo com a disponibilidade hídrica, o ciclo de nitrogênio vai ser modificado, desencadeando diferentes padrões de mortalidade, incremento e decremento de diâmetro e biomassa das árvores no tempo e espaço. O processo de ciclagem do nitrogênio depende essencialmente do acesso à água; dessa forma, a alteração dos padrões de distribuição desse recurso pode promover o colapso do ciclo deste nutriente. Nesse contexto, para se testar a hipótese proposta, serão selecionadas, dentro do banco de dados que a equipe vem monitorando desde a década de 80, oito áreas de estudo representativas do gradiente edafoclimático do Estado de Minas Gerais, distribuídas nasfisionomias Florestas Ombrófilas, Florestas Estacionais Semideciduais, Florestas Estacionais Deciduais e Florestas de Galeria Sazonalmente Alagáveis. Serão selecionados 30 indivíduos em incremento contínuo e 30 indivíduos em decremento, nos quais serão feitas mensurações foliares, em diferentes momentos de funcionalidade, do nitrogênio in situ e em laboratório.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Coordenador / Camila Lais Farrapo - Integrante / THIZA FALQUETO ALTOE - Integrante.

Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

2023 - Atual

Relações hídricas e os ciclos biogeoquímicos: entendendo processos ecológicos em um mundo em transformação

Descrição: A sociedade se encontra a beira de um colapso ambiental, estando próximo à falência dos sistemas ecológicos na prestação de serviços ecossistêmicos. Os efeitos das mudanças climáticas, já perceptíveis nas gerações atuais, colocam em risco a manutenção da biodiversidade global e, consequentemente, a sobrevivência das gerações futuras. Neste contexto, as florestas tropicais são importantes tanto por contribuir com a elevada diversidade de espécies, quanto proporcionando funções e serviços ecossistêmicos, tais como a regulação do clima e a qualidade dos recursos hídricos. Os ciclos biogeoquímicos, importantes serviços ecossistêmicos prestados por essas florestas, vêm sofrendo influência das mudanças climáticas e, consequentemente, alterando o funcionamento dos sistemas ecológicos. Nossa hipótese é que, de acordo com a disponibilidade hídrica, o ciclo de nitrogênio vai ser modificado, desencadeando diferentes padrões de mortalidade, incremento e decremento de diâmetro e biomassa das árvores no tempo e espaço. O processo de ciclagem do nitrogênio depende essencialmente do acesso à água; dessa forma, a alteração dos padrões de distribuição desse recurso pode promover o colapso do ciclo deste nutriente. Nesse contexto, para se testar a hipótese proposta, serão selecionadas, dentro do banco de dados que a equipe vem monitorando desde a década de 80, oito áreas de estudo representativas do gradiente edafoclimático do Estado de Minas Gerais, distribuídas nasfisionomias Florestas Ombrófilas, Florestas Estacionais Semideciduais, Florestas Estacionais Deciduais e Florestas de Galeria Sazonalmente Alagáveis. Serão selecionados 30 indivíduos em incremento contínuo e 30 indivíduos em decremento, nos quais serão feitas mensurações foliares, em diferentes momentos de funcionalidade, do nitrogênio in situ e em laboratório.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Coordenador / Camila Lais Farrapo - Integrante / THIZA FALQUETO ALTOE - Integrante.

Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

2021 - Atual

Perda e fragmentação de habitat na mata atlântica: efeito cascata em arvores, mamíferos, aves, besouros rola-bosta (Coleoptera: Scarabaeidae: Scarabaeinae) e suas funções ecológicas

Descrição: A alteração de paisagens naturais pelo uso e ocupação de seres humanos é a principal causa de perda de biodiversidade global de todos os grupos taxonômicos. A perda e a fragmentação de habitats são duas das consequências mais comuns da conversão de paisagens naturais em paisagens antropizadas. A fragmentação e a perda de habitat são processos que se misturam, sendo muitas vezes confundidos e são raros os estudos que conseguem isolar os efeitos de cada distúrbio principalmente por não utilizarem uma abordagem espacial (ecologia de paisagem). A Mata Atlântica já foi uma das maiores florestas tropicais da América, porém após séculos de ocupação humana e desflorestamento, restam aproximadamente 15 da área original da floresta. Devido a sua alta biodiversidade e endemismos, aliados à fragilidade imposta pelas pressões antrópicas, a Mata Atlântica é considerada um hotspot mundial de biodiversidade. Apesar de alguns trabalhos demonstrarem os efeitos da perda e fragmentação de floresta no domínio da Mata Atlântica, pouco se sabe sobre cascatas de efeitos em cadeias tróficas e suas consequências para o funcionamento do ecossistema. O objetivo deste projeto será o de testar a influência da perda e fragmentação da floresta atlântica na biodiversidade e funcionamento do ecossistema. Para isso, usaremos como grupos modelo: árvores, médios e grandes mamíferos terrestres, primatas e besouros rola-bosta (subfamília Scarabaeinae) e suas funções ecológicas. Por serem sensíveis às mudanças no ambiente e por desempenharem importantes funções ecológicas estes grupos se tornam focais para o estudo de fragmentação e efeitos em cascatas na cadeia trófica detritívora. Utilizaremos abordagens de ecologia de paisagens para testar nossas hipóteses, delineando paisagens na região sul do estado de Minas Gerais. Pretendemos, com nossos resultados, elucidar padrões e processos envolvendo a biodiversidade e o funcionamento do ecossistema na Mata Atlântica. Nossos resultados poderão auxiliar nas tomadas de decisão de manejo ou conservação que preservarão os serviços ecossistêmicos que interferem no bem estar da sociedade.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Integrante / Júlio Neil Cassa Louzada - Coordenador.

Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - Auxílio financeiro.

2021 - Atual

Perda e fragmentação de habitat na mata atlântica: efeito cascata em arvores, mamíferos, aves, besouros rola-bosta (Coleoptera: Scarabaeidae: Scarabaeinae) e suas funções ecológicas

Descrição: A alteração de paisagens naturais pelo uso e ocupação de seres humanos é a principal causa de perda de biodiversidade global de todos os grupos taxonômicos. A perda e a fragmentação de habitats são duas das consequências mais comuns da conversão de paisagens naturais em paisagens antropizadas. A fragmentação e a perda de habitat são processos que se misturam, sendo muitas vezes confundidos e são raros os estudos que conseguem isolar os efeitos de cada distúrbio principalmente por não utilizarem uma abordagem espacial (ecologia de paisagem). A Mata Atlântica já foi uma das maiores florestas tropicais da América, porém após séculos de ocupação humana e desflorestamento, restam aproximadamente 15 da área original da floresta. Devido a sua alta biodiversidade e endemismos, aliados à fragilidade imposta pelas pressões antrópicas, a Mata Atlântica é considerada um hotspot mundial de biodiversidade. Apesar de alguns trabalhos demonstrarem os efeitos da perda e fragmentação de floresta no domínio da Mata Atlântica, pouco se sabe sobre cascatas de efeitos em cadeias tróficas e suas consequências para o funcionamento do ecossistema. O objetivo deste projeto será o de testar a influência da perda e fragmentação da floresta atlântica na biodiversidade e funcionamento do ecossistema. Para isso, usaremos como grupos modelo: árvores, médios e grandes mamíferos terrestres, primatas e besouros rola-bosta (subfamília Scarabaeinae) e suas funções ecológicas. Por serem sensíveis às mudanças no ambiente e por desempenharem importantes funções ecológicas estes grupos se tornam focais para o estudo de fragmentação e efeitos em cascatas na cadeia trófica detritívora. Utilizaremos abordagens de ecologia de paisagens para testar nossas hipóteses, delineando paisagens na região sul do estado de Minas Gerais. Pretendemos, com nossos resultados, elucidar padrões e processos envolvendo a biodiversidade e o funcionamento do ecossistema na Mata Atlântica. Nossos resultados poderão auxiliar nas tomadas de decisão de manejo ou conservação que preservarão os serviços ecossistêmicos que interferem no bem estar da sociedade.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Integrante / Júlio Neil Cassa Louzada - Coordenador.

Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - Auxílio financeiro.

2020 - Atual

BIODIVERSIDADE DO SOLO PARA O AUMENTO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA E FLORESTAL SUSTENTÁVEL

Descrição: O grande desafio da humanidade é continuar suprindo as necessidades da população crescente e das gerações futuras em um cenário no qual os recursos naturais são finitos. Primar pela conservação da biodiversidade é o primeiro passo para subsidiar tomadas de decisões, relacionadas ao manejo sustentável dos ecossistemas naturais e agrícolas, utilizados pela humanidade para seu sustento. Neste contexto, é de fundamental importância compreender e incrementar a contribuição dos processos biológicos que ocorrem no solo para a produção agrícola e qualidade ambiental. Estes processos são influenciados pela complexidade, heterogeneidade, dinâmica e interação com os diversos fatores físico-químicos do sistema edáfico, justificando o estudo dos organismos do solo num contexto integrado, visando a conservação do meio ambiente e o uso dos mesmos em processos biotecnológicos para incrementar a produção agrícola e florestal. Desta forma, essa proposta tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade de importantes grupos funcionais de organismos do solo e suas inter-relações com vegetação e atributos edáficos em áreas de Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga no estado de Minas Gerais. Serão analisados os padrões de diversidade e estrutura da vegetação, levantamentos pedológicos e caracterização físico-química do solo. Isolamentos, seleção e testes de eficiência agronômica de alguns grupos funcionais serão realizados visando o desenvolvimento de produtos biotecnológicos. A proposta visa também a difusão do uso destas estirpes na produção agrícola do estado de Minas Gerais, além de obter recursos genéticos das regiões e, portanto, adaptados a estas condições. Assim, a formação desta rede contribuirá para o conhecimento da biodiversidade em nosso estado, proverá subsídios para políticas públicas de conservação de ecossistemas, fortalecerá o processo de desenvolvimento de produtos biotecnológicos, visando o aumento da produção vegetal e da popularização da ciência.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Integrante / Yule Roberta Ferreira Nunes - Integrante / Marco Aurelio Leite Fontes - Integrante / Fatima Maria de Souza Moreira - Coordenador / Marco Aurélio Carbone Carneiro - Integrante / Renata Dias Françoso Brandão - Integrante / Nathalle Cristine Alencar Fagundes - Integrante / Nilton Curi - Integrante / Julio Louzada - Integrante / Ronald Zanetti - Integrante / Rogério C. Vilas Boas - Integrante / Abner José Carvalho - Integrante / Márcia Rufini - Integrante / Patricia Gomes Cardoso - Integrante / Teotonio Soares de Carvalho - Integrante / Moacir de Souza Dias Junior - Integrante / Amanda Azarias Guimarães - Integrante / Vanesca Korasaki - Integrante / Luís Roberto Batista - Integrante / Fabiana Reinis Passamani - Integrante / Irene Maria Cardoso - Integrante / Michele Duarte de Menezes - Integrante / Paula Caruana Martins - Integrante / SÉRGIO HENRIQUE GODINHO - Integrante / Gladyston Rodrigues Carvalho - Integrante / Silvino Intra Moreira - Integrante / Carla R. Ribas - Integrante / Marinês Ferreira Pires Lira - Integrante / Silvia Maria de Oliveira-Longatti - Integrante / Antônio César Medeiros de Queiroz - Integrante / Polyanna Mara de Oliveira - Integrante / Victor Satler Pylro - Integrante / Sarah Costa - Integrante.

Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - Auxílio financeiro.

2020 - Atual

BIODIVERSIDADE DO SOLO PARA O AUMENTO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA E FLORESTAL SUSTENTÁVEL

Descrição: O grande desafio da humanidade é continuar suprindo as necessidades da população crescente e das gerações futuras em um cenário no qual os recursos naturais são finitos. Primar pela conservação da biodiversidade é o primeiro passo para subsidiar tomadas de decisões, relacionadas ao manejo sustentável dos ecossistemas naturais e agrícolas, utilizados pela humanidade para seu sustento. Neste contexto, é de fundamental importância compreender e incrementar a contribuição dos processos biológicos que ocorrem no solo para a produção agrícola e qualidade ambiental. Estes processos são influenciados pela complexidade, heterogeneidade, dinâmica e interação com os diversos fatores físico-químicos do sistema edáfico, justificando o estudo dos organismos do solo num contexto integrado, visando a conservação do meio ambiente e o uso dos mesmos em processos biotecnológicos para incrementar a produção agrícola e florestal. Desta forma, essa proposta tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade de importantes grupos funcionais de organismos do solo e suas inter-relações com vegetação e atributos edáficos em áreas de Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga no estado de Minas Gerais. Serão analisados os padrões de diversidade e estrutura da vegetação, levantamentos pedológicos e caracterização físico-química do solo. Isolamentos, seleção e testes de eficiência agronômica de alguns grupos funcionais serão realizados visando o desenvolvimento de produtos biotecnológicos. A proposta visa também a difusão do uso destas estirpes na produção agrícola do estado de Minas Gerais, além de obter recursos genéticos das regiões e, portanto, adaptados a estas condições. Assim, a formação desta rede contribuirá para o conhecimento da biodiversidade em nosso estado, proverá subsídios para políticas públicas de conservação de ecossistemas, fortalecerá o processo de desenvolvimento de produtos biotecnológicos, visando o aumento da produção vegetal e da popularização da ciência.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

 

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Integrante / Yule Roberta Ferreira Nunes - Integrante / Marco Aurelio Leite Fontes - Integrante / Fatima Maria de Souza Moreira - Coordenador / Marco Aurélio Carbone Carneiro - Integrante / Renata Dias Françoso Brandão - Integrante / Nathalle Cristine Alencar Fagundes - Integrante / Nilton Curi - Integrante / Julio Louzada - Integrante / Ronald Zanetti - Integrante / Rogério C. Vilas Boas - Integrante / Abner José Carvalho - Integrante / Márcia Rufini - Integrante / Patricia Gomes Cardoso - Integrante / Teotonio Soares de Carvalho - Integrante / Moacir de Souza Dias Junior - Integrante / Amanda Azarias Guimarães - Integrante / Vanesca Korasaki - Integrante / Luís Roberto Batista - Integrante / Fabiana Reinis Passamani - Integrante / Irene Maria Cardoso - Integrante / Michele Duarte de Menezes - Integrante / Paula Caruana Martins - Integrante / SÉRGIO HENRIQUE GODINHO - Integrante / Gladyston Rodrigues Carvalho - Integrante / Silvino Intra Moreira - Integrante / Carla R. Ribas - Integrante / Marinês Ferreira Pires Lira - Integrante / Silvia Maria de Oliveira-Longatti - Integrante / Antônio César Medeiros de Queiroz - Integrante / Polyanna Mara de Oliveira - Integrante / Victor Satler Pylro - Integrante / Sarah Costa - Integrante.

Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - Auxílio financeiro.

2020 - Atual

SECO: Resolving the current and future carbon dynamics of the dry tropics

Descrição: The ecosystems of the dry tropics are in flux: the savannas, woodlands and dry forests that together cover a greater area of the globe than rainforests are both a source of carbon emissions due to deforestation and forest degradation, and also a sink due to the enhanced growth of trees. However, both of these processes are poorly understood, in terms of their magnitude and causes, and the net carbon balance and its future remain unclear. This gap in knowledge arises because we do not have a systematic network of observations of vegetation change in the dry tropics, and thus have not, until now, been able to use observations of how things are changing to understand the processes involved and to test key theories.Satellite remote sensing, combined with ground measurements, offers the ideal way to overcome these challenges, as it can provide regular, consistent monitoring at relatively low cost. However, most ecosystems in the dry tropics, especially savannas, comprise a mixture of grass and trees, and many optical remote sensing approaches (akin to enhanced versions of the sensors on digital cameras) struggle to distinguish changes between the two. Long wavelength radar remote sensing avoids this problem as it is insensitive to the presence of leaves or grass, and also is not affected by clouds, smoke or the angle of the sun, all of which complicate optical remote sensing. Radar remote sensing is therefore ideal to monitor tree biomass in the dry tropics. We have successfully demonstrated that such data can be used to accurately map woody biomass change for all 5 million sq km of southern Africa.In SECO we will create a network of over 600 field plots to understand how the vegetation of the dry tropics is changing. and complement this with radar remote sensing to quantify how the carbon cycle of the dry tropics has changed over the last 15 years. This will provide the first estimates of key carbon fluxes across all of the dry tropics, including the amount of carbon being released by forest degradation and deforestation and how much carbon is being taken up by the intact vegetation in the region. By understanding where these processes are happening, we will improve our knowledge of the processes involved.We will use these new data to improve the way we model the carbon cycle of the dry tropics, and test key theories. The improved understanding, formalized into a model, will be used to examine how the dry tropics will respond to climate change, land use change and the effects of increasing atmospheric CO2. We will then be able to understand whether the vegetation of the dry tropics will mitigate or exacerbate climate change, and we will learn what we need to do to maintain the structure of the dry tropics and preserve its biodiversity.Overall, SECO will allow us to understand how the vegetation of the dry tropics is changing, and the implications of this for the global carbon cycle, the ecology of savannas and dry forests, and efforts to reduce climate change. The data we create, and the analyses we conduct will be useful to other researchers developing methods to monitor vegetation from satellites, and also to those who model the response of different ecosystems to climate and other changes. Forest managers, ecologists and development practitioners can use the data to understand which parts of the world's savannas and dry forests are changing most, and how these changes might be managed to avoid negative impacts that threaten biodiversity and the livelihoods of the 1 billion, mostly poor, rural people who live in this region.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Coordenador / Renata Dias Françoso Brandão - Integrante / DEXTER, KYLE - Integrante / CASEY RYAN - Integrante.

2020 - Atual

SECO: Resolving the current and future carbon dynamics of the dry tropics

Descrição: The ecosystems of the dry tropics are in flux: the savannas, woodlands and dry forests that together cover a greater area of the globe than rainforests are both a source of carbon emissions due to deforestation and forest degradation, and also a sink due to the enhanced growth of trees. However, both of these processes are poorly understood, in terms of their magnitude and causes, and the net carbon balance and its future remain unclear. This gap in knowledge arises because we do not have a systematic network of observations of vegetation change in the dry tropics, and thus have not, until now, been able to use observations of how things are changing to understand the processes involved and to test key theories.Satellite remote sensing, combined with ground measurements, offers the ideal way to overcome these challenges, as it can provide regular, consistent monitoring at relatively low cost. However, most ecosystems in the dry tropics, especially savannas, comprise a mixture of grass and trees, and many optical remote sensing approaches (akin to enhanced versions of the sensors on digital cameras) struggle to distinguish changes between the two. Long wavelength radar remote sensing avoids this problem as it is insensitive to the presence of leaves or grass, and also is not affected by clouds, smoke or the angle of the sun, all of which complicate optical remote sensing. Radar remote sensing is therefore ideal to monitor tree biomass in the dry tropics. We have successfully demonstrated that such data can be used to accurately map woody biomass change for all 5 million sq km of southern Africa.In SECO we will create a network of over 600 field plots to understand how the vegetation of the dry tropics is changing. and complement this with radar remote sensing to quantify how the carbon cycle of the dry tropics has changed over the last 15 years. This will provide the first estimates of key carbon fluxes across all of the dry tropics, including the amount of carbon being released by forest degradation and deforestation and how much carbon is being taken up by the intact vegetation in the region. By understanding where these processes are happening, we will improve our knowledge of the processes involved.We will use these new data to improve the way we model the carbon cycle of the dry tropics, and test key theories. The improved understanding, formalized into a model, will be used to examine how the dry tropics will respond to climate change, land use change and the effects of increasing atmospheric CO2. We will then be able to understand whether the vegetation of the dry tropics will mitigate or exacerbate climate change, and we will learn what we need to do to maintain the structure of the dry tropics and preserve its biodiversity.Overall, SECO will allow us to understand how the vegetation of the dry tropics is changing, and the implications of this for the global carbon cycle, the ecology of savannas and dry forests, and efforts to reduce climate change. The data we create, and the analyses we conduct will be useful to other researchers developing methods to monitor vegetation from satellites, and also to those who model the response of different ecosystems to climate and other changes. Forest managers, ecologists and development practitioners can use the data to understand which parts of the world's savannas and dry forests are changing most, and how these changes might be managed to avoid negative impacts that threaten biodiversity and the livelihoods of the 1 billion, mostly poor, rural people who live in this region.

 

Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Rubens Manoel dos Santos - Coordenador / Renata Dias Françoso Brandão - Integrante / DEXTER, KYLE - Integrante / CASEY RYAN - Integrante.

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